quinta-feira, fevereiro 10, 2005

O homem do Oscar

Depois de assistir ao filme, entendi por que Kundun era um filme de Martin Scorsese sem ser badalado como os outros filmes de Martin Scorsese. O lugar sem destaque nas prateleiras das locadoras, sem nomes famosos no cartaz e o pouco que se encontra sobre por aí são apenas reflexos do trabalho de Scorsese que não contagia.

Tecnicamente bem feito (fotografia e figurinos estão impecáveis), Kundun não tem força para atingir o público. Talvez reflexo da ideologia do Dalai Lama pela qual Scorsese parece ter se apaixonado ou a própria falta de apelo que o Buda tem por estas bandas ocidentais (quem não for iniciado na religião, não vai entender nada, como eu), o fato é que Kundun demora terminar e nunca emociona.

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Kundun

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