Para quem entrar na sala de exibição meio desconfiado igual eu fiz, as chances de se agradar com Jogos Mortais são boas. Não é um filmaço, está a anos-luzes de Seven e como dita a cartilha do gênero, o final é inverossímil a ponto de fazer Aristóteles chorar de decepção.



Mas a direção de James Wan, que mistura alguns exageros visuais (virar o rosto é sempre bom) e alguns momentos de muita tensão, salva o filme do trivial. Ponto para a produção independente, que prefere apelar para o medo que situação causa do que dar sustos com efeitos sonoros. Triste mesmo é a campanha de marketing e o título nacional boboca.
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