sábado, outubro 30, 2004

How are you, guys?

N�o, infelizmente (ou felizmente) n�o tenho nenhuma cr�tica para postar nem nada assim. Esse post � s� para dizer que ESTOU VIVO e que o filme teve as filmagens adiadas, mas para os dias 01, 02 e 03 de novembro.

Fora isso, gostaria de agradecer todos que me apoiaram, mesmo que s� com um coment�rio aqui no blog ou com um e-mail. Do fumdo do meu cora��o: Obrigado!

Outra coisa, � que eu criei um blog pessoal (coisa que eu sempre tive pregui�a de fazer, mas agora est� andando...): http://sexoantesdamorte.zip.net/

Por favor, visitem, xinguem, cuspam (o monitor � de voc�s, mesmo...) e comentem!

Um abra�o � todos

sexta-feira, outubro 22, 2004

E o Oscar vai para... a mocinha feia!

A diretora Patty Jenkins acerta ao optar por ser dura e seca na hora de contar a história de Aileen, a primeira serial killer dos Estados Unidos, condenada a morte por matar vários homens. Mas em momento algum o filme consegue emocionar, mesmo estando diante de situações dramáticas como as vividas pelas personagens de Theron e Ricci.

Theron domina o filme, carrega sozinha todo o peso da produção e se sai muito bem. Claro que o Oscar é mais um resultado do que a Academia mais valoriza (a sujeição de uma estrela a um papel feio e ousado), mas é inegável seu bom trabalho no filme. Mais feio do que a maquiagem da atriz é o subtítulo nacional... Desejo Assassino?!

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Monster - Desejo Assassino

quinta-feira, outubro 21, 2004

Informa��o (in)�til, sangue e boa m�sica

Aos poucos vou completando a filmografia de Quentin Tarantino. Mesmo interessadíssimo em assistir Cães de Alguel, nunca consegui achar o filme por aqui, até que o Tiago me deu um ultimato e então resolvi fazer algo... Para o Tiago Cães de Aluguel é o melhor filme de Tarantino. Ainda quero ver o volume 2 de Kill Bill pra tentar chegar a alguma conclusão, mas é fácil entender por que ele pensa isso.

Nascido antes do sucesso e reconhecimento de Pulp Fiction, Cães de Aluguel já deixa claro, logo no início da carreira do cineasta, seu talento para unir história, violência, qualidade visual e muita, muita bobagem. Os diálogos sobre um assunto qualquer que pouco interessa quase cansam isolados, mas se equilibram perfeitamente no resultado final do filme.

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Cães de Aluguel

quarta-feira, outubro 20, 2004

Am�rican Pie latino?! N�o, American Pie com c�rebro!

Depois de uma verdadeira odisséia atrás do alardeado filme de Alfonso Cuarón, finalmente consigo colocar minhas mãos sobre E Sua Mãe Também e, como poucas vezes acontece, não houve qualquer tipo de frustração ou insatisfação. Pelo contrário.

O início do filme me deixou cheio de dúvidas se chegaria a algum lugar. Apesar de toda a liberdade, tanto nos diálogos quanto nas imagens, que perdura durante todo o filme, me preocupei se conseguiria ser mais do aquilo, um American Pie latino... Felizmente não foram precisos mais do que quinze minutos para que eu começasse a perceber que os Cuarón (o irmão de Alfonso escreveu o roteiro) poderiam ir além disso sim.

E foram. Como foram. Lá na Boca do Céu, Julio, Tenoche e Luisa chegam ao ponto mais longuínquo que poderiam chegar, tanto em sua viagem quanto em descobrir quem são, culminando em um dos melhores, mais ousados e mais interessantes momentos que o cinema andou fazendo por aí.

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E Sua Mãe Também

terça-feira, outubro 19, 2004

"Isso n�o � um filme americano!"

Seria fácil simplesmente classificar Delicada Relação como um filme gay e ponto. Mas como ainda não entendi o que é um filme gay e tento fugir dos simples engavetamentos, considero Delicada Relação um filme que apenas usou um casal que tem seu romance colocado em prova (no caso, um casal gay no exército israelense) para falar de coisas simples (simples?) como o amor.

Para quem, assim como a atendente da locadora, que olhou para a capa do DVD e pensou que o filme fosse "uma viadagem só" (!), é melhor se preparar pra um surpresa: as sequências em que Yossi e Jagger estão juntos e sozinhos são tão delicadas que provavelmente ofenderá os mais recatados. Mesmo não trazendo nada de novo, o filme consegue terminar e te deixar com aquela sensação triste e melancólica, como se tivesse que dizer rapidamente pra algúem que a ama.

Só não entendi mesmo (ok, entendi, mas estou sendo irônico!) porque o filme recebe a exagerada censura 18 anos, justificada por conter "cenas de sexo", quando não há nem uma cena de sexo sequer.

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Delicada Relação

quinta-feira, outubro 14, 2004

"Meu primeiro filme"

Para aqueles que não sabem (se não sabe é porque ainda não leu isso aqui ainda), Tiago Lipka além de escrever sobre filmes (é colaborador do euassisti.com desde agosto deste ano) também trabalha com cinema.

E seu primeiro trabalho como diretor já tem nome, roteiro (dele mesmo), atores, locações, data para gravar... tudinho... até o primeiro texto publicado sobre suas motivações, preocupações e inspirações nesta nova empreitada já está on-line. Leia sobre o "Meu primeiro filme" dele, clicando aqui.

Ao amigo Tiago, boa sorte! E espero que continue nos enviando mais informações sobre o projeto!

PS. Eu já o roteiro... hehehe...

Sem o sopro divino

Sabe aquela sinopse que te deixa pensando "Legal! Isso pode dar um bom filme!" aliado a presença de alguns bons atores e a falta de qualquer opção mais interessante na locadora? Essa é a desculpa para ter levado Sem Notícias de Deus para casa, filme que não havia ouvido falar uma palavra se quer.

Pena que o diretor Augustín Díaz Yanes (que mais tarde fiquei sabendo, tem algum respeito na Espanha e era aguardado por alguns com este novo trabalho) não tinha muito para contar, faz um dos "meio do filme" mais chatos do ano e ainda não se decide se quer ser pop, ou se quer criticar ou se quer apenas fazer graça.

Preciso dizer que ao fim das contas não faz nada?!

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Sem Notícias de Deus

quarta-feira, outubro 13, 2004

A casa da m�e Joana

Vai saber por que, imaginava eu que Albergue Espanhol fosse um filme mais sério, mais dramático, até mais sexual...Trata de tudo isso, mas não exagera nem carrega em nada e consegue terminar leve e divertido. A União Européia, pelo menos neste filme, é algo menos interesseiro e mais humano.

Destaques para a sequência em que todos se unem para que uma das moradoras do albergue não seja flagrada em um momento inoportuno e para as aulas de como fazer amor com uma mulher, dadas por uma lésbica (se pensou um monte de besteira e sexo quente entre duas mulheres, pode esquecer!)

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Albergue Espanhol

segunda-feira, outubro 11, 2004

A morte do Superman

Morreu neste domingo por insufiência cardíaca o ator Christopher Reeve, o eterno Superman. Paralizado por um acidente de cavalo há mais de nove anos, Reeve sobrevivia desde então com a ajuda de cadeiras de rodas, aparelhos para respiração.

Mesmo contando com apenas poucos filmes em sua carreira, Reeve não precisou mais do que vestir o uniforme de Superman/Clark Kent nos filmes para o cinema para se tornar um ícone moderno.

Dissociar sua imagem da do próprio Superman é impossível, principalmente se levado em consideração todo o trabalho que desenvolveu na luta contra o mal que lhe acometia.

Meio-morto, meio-vivo

Madrugada dos Mortos é realmente hardcore. O diretor Zack Snyder não tem dó em jogar sangue e membros mutilados pela tela. É bom encontrar isso, mostra um pouco de disposição e pouco apego aos padrões politicamente corretos que acometem algumas produções. O problema é quando tem só isso.

Pior que no começo do filme, achei que viria algo mais interessante por parte do trabalho de Snyder, já que adorei algumas tomadas que ele fêz, princialmente algumas filmadas de cima. Mas depois ele se acomoda e cai naquilo que você já espera que vá acontecer.

Detalhe: realmente não gostei do espírito zombeteiro com que eles fazem tiro ao alvo com os zumbis. Usaram a desculpa de que eram zumbis para mais uma vez elevar a violência armada.

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Madrugada dos Mortos

quarta-feira, outubro 06, 2004

Barrados na entrada

Sempre quis ver este filme mas nunca achei que fosse valer a pena da locação. Bem fiz eu, assistir na TV durante a madrugada da Globo diminuiu bastante a frustração. Tendo absolutamente nada de original, Studio 54 propõe estudar os personagens que estiveram ao redor da badalada boate 54 no fim dos anos setenta. Mas peca por não se concentrar em nenhum dos personagens e não fazer deles nenhum que valha a pena.

E isso já é o suficiente para acabar com todo o resto, um bom trabalho de cenografia, figurino e trilha sonora (se você curte músicas da época). No final, sobra um monte de coisas mal explicadas, alguns personagens que poderiam dar alguma coisa se bem usados e a risada do Mike Myers, que mais parecia a do Austin Powerss!

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Studio 54

News From The Underground

Bem, depois de um tempo sem postar nada aqui, finalmente lhes dirijo a palavra. Ali�s, fora o modem que queimou tenho mais dois motivos para andar meio ausente. Um � o vestibular e o outro lhes contarei em breve (uhhhhhhh!!!!!!)

Enfim, algum tempo depois de reclamar que n�o havia assistido um filme ruim recentemente para comentar, acabo me deparando com O Terminal, mais recente trabalho de Steven Spielberg. � inacreditavelmente medonho! Enfim...

Tamb�m reassisti um cl�ssico absoluto e obrigat�rio: Laranja Mec�nica, o melhor Stanley Kubrick, junto com o maravilhoso 2001 - Uma Odiss�ia No Espa�o. Um filme com tantas camadas, tantas id�ias, que � quase imposs�vel n�o ter uma interpreta��o diferente de certos fatos ocorridos na tela a cada vez que se assiste. Quantos filmes fazem isso conosco? N�o s�o muitos, portanto � sempre bom aproveitar.

Um abra�o

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O Terminal
Laranja Mec�nica

terça-feira, outubro 05, 2004

A vinganl�a nunca foi t�o linda!

Se você acha que esperar o lançamento de Kill Bill: Volume 1 no Brasil já foi demais, imagine ter que esperar o lançamento em vídeo. E ainda ter que se conformar com a versão fullscreen! Sim, isso aconteceu comigo! Acabei chegando ao filme depois de que todos já haviam falado, comentado, se excitado e se exaltado com ele. O que fez com que eu tomasse uma posição antes de assistir: não me empolgaria facilamente!

E adiantou alguma coisa?! Nem bem se iam cinco minutos de filme e eu já parecia uma criança na frente da TV, com aquela cara de alegria quando está debaixo da árvore de natal abrindo presentes. E que presente! Tarantino, que pra mim é muito mais doido do que gênio, conseguiu surpreender em cada sequência feita.

Não há uma luta que possa ser comparada a outra, já que ele se reinveta a cada uma. O cara juntou num filme só tudo o que ele vem vendo este tempo com uma coerência e competência que resultaram num dos filmes mais lindos do ano, mesmo quando estamos diante de litros e litros de sangue. Ou grosélia, como queira. Pena que em conteúdo o filme não seja muito mais do que a loira atrás de vingança. But, who cares?!

PS. Quanto tempo ainda terei que esperar para ver o volume 2, que dizem ser melhor ainda que o primeiro?!

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Kill Bill: Volume 1

segunda-feira, outubro 04, 2004

No banco traseiro...

Pra gostar de Colateral é preciso, no mínimo, se interessar pelo dois personagens principais: o assassino profissional Vincent e o taxista Max. O que não é muito difícil, diga-se de passagem. Vincent e Max possuem mais em um comum do que se pode imaginar a princípio, e das conversas de ambos é que são tirados os melhores momentos do filme.

Pena que como a maioria dos filmes ainda há uma preocupação em se fazer um roteiro que siga certas regras, que apresente um formato que possa ser reconhecido pelo público, e aí nos deparamos com a conclusão que abusa um pouco das coincidências. Um detalhe apenas em mais um filme muito bom de Michael Mann.

Apenas confirmando, Tom Cruise faz sim um ótimo trabalho (graças a seu personagem). Mas quem ganha fácil o público é Jamie Foxx e seu Max. Até Jada Pinket se recupera de sua insuportável Niobe!

PS. Coincidentemente (ou não!), o Tiago também escreveu um texto sobre Colateral. Mais tarde ele posta por aqui, mas o link já está disponível!

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Colateral (por rogermk)
Colateral (por Tiago)