quarta-feira, junho 30, 2004

A garota boazinha...

Alguns consideraram a atuação de Jeniffer Aniston em Por um Sentido na Vida um ótimo trabalho. Não acho que tenha sido ruim, mas não consegui ver muita graça na cara que ela faz durante todo o filme. Aliás, Por um Sentido na Vida é aquele filme que esperei mais de dois anos para locar, até que um dia me decidi. Resultado...

Não estava fazendo muito falta. Infelizmente depois de assistido ele dificilmente será lembrado ou citado.Putz! Não consigo escrever um parágrafo completo sequer?!

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Por um Sentido na Vida

segunda-feira, junho 28, 2004

Pra quem sente calafrios quando houve The Calling ou equivalentes...

Escola de Rock é realmente tudo aquilo que eu esperava: é divertido, leve e tem rock de altíssima qualidade. Infelizmente não sou um grande conhecedor do Rock, falta-me tempo e um bom tutor para me apresentar a tudo que preciso conhecer. Tudo o que sei é que tudo isso que outros da minha idade estão acostumados a ouvir realmente não me agrada... aí basta eu correr para algumas coisas mais antigas, como Faith No More, Kiss, Queen, Metallica (ok, não tão antigo assim) e vá lá, Guns n' Roses, e começo a me sentir mais em casa.

Escola de Rock é muitíssimo feliz nisso: conseguir transmitir a essência rock. E o mais divertido tudo é que consegue fazer isso usando alunos do ensino fundamental. Moral da história (o próprio Black disse isso!): não há idade mínima para o rock.

E para aqueles que não conseguiram ver o filme nos cinemas ou para aqueles que já o fizeram, aqui vai uma dica: aluguem o DVD, o material extra é hilário, tanto que o assisti todo e dificilmente consigo fazer isso. Destaque para o diário da MTV do Jack Black (e num é que eu vi a tal mosca que ele queria tanto pegar!) e para a faixa com os comentários das crianças. Só faltou a apresentação dele e de Farrel na cerimônica do Oscar.

Um útlimo aviso aos amigos blogueiros: não desistam de mim... estou um pouco sem tempo para visitas mas espero estar em breve de volta ao mundo real.

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Escola de Rock

quinta-feira, junho 24, 2004

Recuperando da semana passada...

Ainda tentando recuperar lá da semana passada, dois filmes. O primeiro, Coisas Belas e Sujas, é antes de tudo um filme interessante, mesmo que não seja sensacional. Em uma tentativa de dizer o que "não deu certo", arriscaria na profundidade. Não das incisões cirúrgicas, mas do diretor mesmo. Frio como a geleira de O Dia Depois de Amanhã, Stephen Frears parece querer o tempo avisar que aquilo é só um filme.

Já o outro, Domingo Sangrento, quer ser o mais documental possível. E quanto mais tenta, mais emocionante fica! Destaque para a senhora interpretação de James Nesbitt, que sabe segurar como ninguém um personagem determinado e durão, mas de carne, osso e emoção. Pra quem achava que o diretor não resistiria em colocar a música do U2 no filme, é surpreendente ver como funciona bem!

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Coisas Belas e Sujas
Domingo Sangrento

quarta-feira, junho 23, 2004

Cad� os cinquenta?

Covenhamos: a idéia do filme é muito boa. Pena que para fazer o gênero comédia romântica fazer valer, seja preciso tornar Como se fosse a Primeira Vez um filme bom, e só bom, quando poderia ser um ótimo filme.

Além de algumas boas situações envolvendo Sandler e suas tentativas de reconquistar e linda Drew Barrymore, há apenas a ótima química entre os dois, retestada e aprovada. A cara de bobo de todos saindo da sala indicam a aprovação geral do público, em sua maioria casais apaixonados em pleno Dia dos Namorados.

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Como se fosse a Primeira Vez

terça-feira, junho 22, 2004

E joga �gua nos p�s da mo�a!

Mas como sofre a tal Estátua da Liberdade, hein?! Se não bastasse ficar em prontidão, segurando a tocha, dia e noite, a moça ainda é obrigada a se ver inundada a cada quatro anos no cinema... A sequência, que aliás, lembra muito Impacto Profundo, é certamente a melhor do filme, seguida de perto pela onda de super-frio que congela tudo em segundos...

Além disso, O Dia Depois de Amanhã não tem muito a oferecer. Só não se torna um filme ruim por tão pouco conteúdo porque conta com boas sequências de ação e tensão e efeitos incríveis, algo que Emmerich já provou saber fazer em Independence Day. E claro: destaque para os milhares de moradores do primeiro mundo fugindo para os países "de baixo".

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O Dia Depois de Amanhã

terça-feira, junho 15, 2004

Como voc� pode dizer que se conhece, se jamais entrou numa briga?!

Ok, algo um pouco complicado de explicar, mas vou tentar. Se alguém me pergunta qual o filme que mais gosto, respondo sem pensar: Magnólia, de Paul Thomas Anderson. Mas se a pergunta é qual o melhor filme dos anos noventa (década também de Magnólia), minha resposta também é certa (e diferente da anterior): Clube da Luta.

Já assisti ao filme pela quinta vez e ainda consegui ver coisas novas, fazer novas leituras ou aprofundar anteriores. Tenho certeza de que se sair procurando outros malucos que colocaram suas idéias e visões do filme por aí na Internet, acharei ainda outras que sequer havia imaginado.

Além de um dos roteiros mais desconcertantes de todos tempos (não vou repetir tudo aqui, leia o texto para saber do que falo), há o trabalho de David Fincher que, apesar de considerado por alguns modernoso e pretensioso, simplesmente acho perfeito.

Ao comentarem respondam: com quem você gostaria de lutar se tivesse a oportunidade?

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Clube da Luta

segunda-feira, junho 14, 2004

Na paleta do amor...

Há uma variedade tão grande emoções quando se assiste Moulin Rouge que fica difícil separar depois e entender o que foi que aconteceu. A verdade é que somos pegos de surpresa pelo visual exagerado, pelas interpretações quase cartunescas e pela edição de deixar qualquer um tonto e quando nos damos conta, já estamos totalmente envolvidos pelo romance do pobre escritor Christian e da bela cortesã Satine.

E o mais interesse é que Moulin Rouge está longe de ser um filme de romance como os outros, principalmente quando pensamos em seu final, trágico como em uma tragédia grega. Mais do que cores e música, o filme quer passar e fazer a platéia sentir tudo o que o amor causa em seus doentes.

Ah, claro, Moulin Rouge também é um musical, o que não quer dizer que esteja repleto de músicas chatíssimas e momentos dançantes infindáveis. Só pra ter uma idéia, dentre os melhores momentos do filme estão Zidler cantando Like a Virgin, da Madonna e a galera de barbados entrando no cabaré enquanto canta Like Teen Spirit, do Nirvana.

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Moulin Rouge

quinta-feira, junho 10, 2004

de novo Scorsese

As tais as estrelinhas sempre geram alguma controvérsia. Sinceramente não acho que este tipo de marcação gráfica seja o suficiente para dizer o quão bom ou não um filme é. Eis o motivo para que eu escreva no mínimo três parágrafos para tentar justificá-lo Com Taxi Driver foi mais ou menos isso. Gostei muito do filme, mas não achei espetacular. As quatro estrelas dele gerou uma pequena polêmica e até fiquei com algum peso na consciência.

Mas ainda hoje mantenho tal classificação. Ainda acho que outros filmes de Scorsese, como a A Última Tentação de Cristo, e principalmente, Os Bons Companheiros sejam filmes melhores do que Taxi Driver. Havia assistido Os Bons Companheiros um dia sem querer na TV e simplesmente vidrei! Nunca vi duas horas e meia passarem tão rapidamente. Sem falar que o filme tem tudo o que admiro em um: além do roteiro não burocrático, personagens carismáticos, trilha sonora e boa edição, Scorsese escorrega aquela câmera dele o tempo todo. Que coisa linda!

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Os Bons Companheiros

quarta-feira, junho 09, 2004

Duas vezes atr�

Um pouco da semana retrasada. Depois de nove horas sentado em frente a TV conferindo os três filmes de O Senhor dos Anéis de uma só vez (não me canso e falar isso!), fui ao cinema conferir alguma coisa... Putz! Podia ser qualquer coisa, mas esse tal de Roubando Vidas foi algo realmente decepcionante.

Não que eu esperasse alguma coisa, na verdade é provável que já tenha entrado na sala com alguma pré-indisposição. Mas depois do começo que tinha alguma tensão achei que a coisa fosse engrenar. Bobagem... Ela descambou feio, com um final que conseguiu ser pior ainda do que tudo o que eu poderia imaginar, mesmo quando metado do filme já era o suficiente para entregar o assassino.

No dia anterior, conferi (mais uma vez) Homem-Aranha. Serviu pra começar a esquentar os motores para a primeira sequência que já está chegando (e prometendo). Interessante perceber que o filme perde muito sem o impacto do lançamento. Talvez só hoje consigamos vê-lo como realmente ele é: uma aventura divertidíssima com personagens de carne e osso (e alguma teia também).

Pena que o DVD lançado é na versão fullscreen. Pior ainda é saber que a Columbia vai colocar mais versão deluxe no mercado com três discos... e fullscreen. Quanta dor!

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Roubando Vidas
Homem-Aranha

terça-feira, junho 08, 2004

Mais um �pico... Oh Deus!

Até eu, que gosto mas não sou um grande conhecedor da a mitologia grega, sei que é preciso muito, muito cuidado na hora de mexer com ela. Respeito também é algo imprescindível. Ilíada é quase um O Senhor dos Anéis, em se tratando de complexidade, número de personagens e devocao, só que com milhares de anos a mais de adoração. Pena que Wolgang Petersen não é nenhum Peter Jackson e Tróia (que vai Deus saber porque tem esse nome) torna-se um grande fracasso.

Raso como um pires e mais preocupado com o corpo escultural dos atores (eu poderia fazer um desenho falado da bunda de Brad Pitt de tanto que ela aparece!), o filme sobre o arrogante Aquiles serve apenas para mostrar tudo aquilo que poderiam ter discutido e mostrado em cena, mas que ficou só na obra de Homero mesmo.

Semana passada foi complicada, como devem ter percebido. Além da trilogia O Senhor dos Anéis, assisti apenas a mais dois filmes, Homem-Aranha e o horrível Roubando Vidas. No fim de semana seguinte a coisa ficou melhor. Bem melhor. Comprei (finalmente) alguns DVDs que a tempo queria e em breve coloco no ar os comentários sobre Moulin Rouge, Os Bons Companheiros e Clube da Luta. Até lá!

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Tróia