Cedi a necessidade urgente de assistir a um dos mais importantes filmes de ficção-científica já feitos, emprestei um video-cassete (Ah meu Deus!) e loquei um VHS empoeirado e abandonado no fundo da locadora de Blade Runner - O Caçador de Andróides. Nenhuma surpresa: é de fato um filmaço.



Não acrescenta necessariamente nada de novo a velha discussão do homem x máquina, criador x criatura, sentimento x razão (ou razão x sentimento) porque qualquer filminho de hoje que queira encher linguiça e soar inteligente apela justamente para tudo o que Blade Runner - O Caçador de Andróides fez há mais de vinte anos.
Destaque para o impressionante visual (prédios megalomaníacos em um futuro sujo e molhado) e os efeitos especiais pré-era digital.
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