quarta-feira, janeiro 05, 2005

Crescendo...

Meia hora é mais do que suficiente para Sofia Coppola prender nossa atenção na dimensão parelela nostálgica, feliz e quase melancólica da família protagonista de As Virgens Suicidas. Sua delicadeza fazem o filme descer rio abaixo de maneira leve, sem curvas perigosas, mesmo quando uma jovem garota de 13 anos decide se matar.

Mas infelizmente uma queda d´água aparece no caminho de As Virgens Suicidas e impede o filme de se concluir perfeito pouco antes do final, entre o primeiro baile da vida das virgens da família Lisbon e o ato final, em que estão totalmente isoladas do mundo. Algo corrigido nos últimos momentos.

Um filme que eu havia deixado passar e corrigi agora, graças a competência que Sofia Coppola demonstrou no comando de Encontros e Desencontros.

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As Virgens Suicidas

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