Meia hora é mais do que suficiente para Sofia Coppola prender nossa atenção na dimensão parelela nostálgica, feliz e quase melancólica da família protagonista de As Virgens Suicidas. Sua delicadeza fazem o filme descer rio abaixo de maneira leve, sem curvas perigosas, mesmo quando uma jovem garota de 13 anos decide se matar.



Mas infelizmente uma queda d´água aparece no caminho de As Virgens Suicidas e impede o filme de se concluir perfeito pouco antes do final, entre o primeiro baile da vida das virgens da família Lisbon e o ato final, em que estão totalmente isoladas do mundo. Algo corrigido nos últimos momentos.
Um filme que eu havia deixado passar e corrigi agora, graças a competência que Sofia Coppola demonstrou no comando de Encontros e Desencontros.
Leia mais sobre:
As
Virgens Suicidas
Nenhum comentário:
Postar um comentário