Aqui está uma ótima maneira de explicar, com exemplos, o que eu dizia sobre A Ameaça Fantasma ontem: o amigão de Lucas, Steven Spielberg, ainda no ano de 1993 (doze anos atrás!) levou milhares de queixos ao chão quando mostrou um filme com criaturas pré-históricas vivas na tela, inaugurando o uso de efeito digital na composição de personagens digitais orgânicos (e isso existe?! Enfim, vocês entenderam...).



A grande diferença entre A Ameaça Fantasma e Jurassic Park é que o segundo tem magia, tem uma história empolgante e tem o que Spielberg sabe fazer de melhor: aventura para qualquer idade. O mundo de sonhos criado para aquele parque fictício é a própria magia do cinema, que não tem outra função senão a de nos fazer sentir.



Por mais defeitos que tenha (ok, não são tantos assim), Spielberg é um ótimo contador de histórias e sabe tratar desta magia, ainda que seu nome foi e sempre será sinônimo de efeitos especiais.
Foi graças a este filme - ainda que visto em uma pequena tela de uma TV de 20 polegadas - que me rendi a este mundo de sonhos e magia. Obrigado Sr. Spielberg.
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Jurassic
Park
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