Não foi proposital, mas é o segundo filme de Oliver Stone a aparecer por aqui nesta semana. E ao contrário de Alexandre, duvido que se tenha muito contra este, apesar de já ter encontrado alguns por aqui que não gostam mesmo de Stone.



Bom, de JFK - A pergunta que não quer calar (ótimo subtítulo nacional, não acham?!), para evitar polêmicas, vamos esquecer toda a parte em que o diretor provoca uma avalanche de fatos (supostamente verdadeiros) que tentam mostrar que o assassinato de John Kennedy foi uma obra que envolveu não só grupos revolucionários, mas o próprio alto escalão do governo. O melhor de JFK está na forma, na maneira brilhante como o diretor (e sua dupla de editores) faz um filme de três horas de duração, com centenas de nomes, datas e fatos, sem soar chato ou cansativo.
Destaque para a sequência em que Costner reconstitui o assassinato do presidente em pleno tribunal.
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JFK
- A pergunta que não quer calar
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