Não havia como esperar pouco de Party Monster. A história de um jovem que se tornou uma espécie de rei/rainha pop do cenário underground da Nova York dos anos oitenta, matou o traficante e ainda contava com a volta de Macauly Culkin as telonas realmente chamavam a atenção. Cedo se deu o grito de "polêmica a vista".



Cedo demais, eu diria. Exceto pelo ótimo visual e por um Seth Green afiadíssimo, Party Monster não consegue ir além em nenhum dos assuntos que aborda. Uma história sobre um promoter gay vivendo em um mundo de sexo e drogas em um filme sem homossexualidade, sexo e drogas é algo no mínimo contraditório. Vale mais pelo que está ao redor do que pelo o que está dentro.
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