Quatro anos para ser lançado no Brasil e mais dois para chegar as minhas mãos, mas finalmente consigo assistir a Pi, filme anterior do diretor independente (pelo menos até há algum tempo atrás) Darren Aronosky, que me deixou com o queixo no chão com Réquiem por um Sonho.



Em Pi, em vez de se afundar nos personagens dependente de drogas, Aronofsky segue Max, um gênio matemático que se isolou do mundo para tentar entender o mundo. O maluco acredita que é possível chegar a um sistema ou modelo matemático único que explico tudo que nos rodeia, das folhas de um galho balançando a bolsa de valores. Mas se não bastasse ele ainda liga este modelo ao número Pi (lembra? aquele do 3,1415...), que ainda estaria ligado ao nome verdadeiro de Deus!
Perca o medo de assistir a só mais um filme metido a besta intelectuóide aceitando a proposta de Aronofsky. Ah, e não adianta bater na TV não, o filme foi realmente fotografado em preto e branco. Muito bem fotografado, diga-se de passagem.
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Pi
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