quarta-feira, março 17, 2004

Diva, doze filhos e a arte para todos

A minha reação ao ouvir alguém dizendo "no meu tempo..." ou "não se fazem mais filmes como antigamente!" é a de qualquer outro jovem com menos de trinta anos. Parece haver uma antipatia natural com este nostalgismo.

Mas neste fim de semana pude ter um pouco do que acontecia há alguns anos e entender porque algumas pessoas se decepcionam tanto ao ir nos cinemas hoje. Assisti ao box de Audrey Hepburn e tornei-me um admirator instântaneo dela. Nada que pareça não acontecer com qualquer um que a veja atuando.

Com um pouco de tempo falo sobre todos os filmes do box (que ainda têm Cinderal em Paris, Quando Paris Alucina e Bonequinha de Luxo), por enquanto veja sobre Sabrina, Doze é Demais e o terrível Um Show de Verão (se achar que vale a pena...)

Também não deixe de ler o texto Arte Bruta do amigo Tiago Lipka, que nos lembra que algo que parece ter se perdido nos últimos tempos com o cinema. Vale a pena conferir.