Maldito seja o cinema local que ignorou o lançamento de Redentor para segurar algumas semanas a mais a bobagem Olga. Maldito seja aquele que vê em filmes pretensiosos como Carandiru e (de novo!) Olga mais cinema do que filmes de verdade como O Homem que Copiava e (de novo) Redentor. Maldito seja aquele que indica um filme da categoria de (não gosto mesmo deste filme) Olga como representante nacional.



Bem-aventurado aquele pôde assistir Redentor em seu ambiente natural. Bem-Aventurado aquele percebeu que cinema tem o seu formato, a sua linguagem, as suas própria possibilidades e não precisa de motivos superiores para existir. Bem-Aventurado seja Claudio Torres que finalmente respondeu uma pergunta feita a Cacá Diegues num destes chats da vida "Por que nenhum cineasta no Brasil pega uma câmera e não se torna um Spielberg?": porque nenhum tentou. Ou havia tentado.
Amém.
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