segunda-feira, junho 14, 2004

Na paleta do amor...

Há uma variedade tão grande emoções quando se assiste Moulin Rouge que fica difícil separar depois e entender o que foi que aconteceu. A verdade é que somos pegos de surpresa pelo visual exagerado, pelas interpretações quase cartunescas e pela edição de deixar qualquer um tonto e quando nos damos conta, já estamos totalmente envolvidos pelo romance do pobre escritor Christian e da bela cortesã Satine.

E o mais interesse é que Moulin Rouge está longe de ser um filme de romance como os outros, principalmente quando pensamos em seu final, trágico como em uma tragédia grega. Mais do que cores e música, o filme quer passar e fazer a platéia sentir tudo o que o amor causa em seus doentes.

Ah, claro, Moulin Rouge também é um musical, o que não quer dizer que esteja repleto de músicas chatíssimas e momentos dançantes infindáveis. Só pra ter uma idéia, dentre os melhores momentos do filme estão Zidler cantando Like a Virgin, da Madonna e a galera de barbados entrando no cabaré enquanto canta Like Teen Spirit, do Nirvana.

Leia os comentários:
Moulin Rouge

Nenhum comentário: