Ontem
reassisti o final de Nascido para
Matar de Stanley Kubrick, só um
dos melhores filmes sobre guerra já feitos. É algo interessante
notar que tudo isso que estamos vendo - o total desrespeito dos Estados Unidos
pelos iraquianos (ou qualquer raça que eles não gostem) e o tratamento
desumano dado por alguns que foram lá para "libertá-los"
- já aconteceu antes.
Os diálogos nada implícitos dos soldados e a brilhante sequência em que o soldado Joker tenta explicar o capacete "Nascido para Matar" e o broche com o símbolo da paz dá um pouco da dimensão do que pode passar pela cabeça de quem está lá. Apesar de ainda preferir o título original (Full Metal Jacket, uma referência as balas revestidas de metal, mas também ótima metáfora para os "homens" que são "transformados" em "soldados"), o nascido para matar, dessa vez, faz algum sentido.
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